Nem toda a resistência é igual, e tratá-la como se fosse é um dos erros mais frequentes em gestão de mudança. A resposta certa depende criticamente do tipo de resistência com que se está a lidar — o que significa que o primeiro passo não é agir, mas diagnosticar. Um gestor que responde à incerteza com argumento, à oposição velada com exposição pública, ou ao silêncio com pressão, não está apenas a desperdiçar esforço: está a agravar o problema.