Três vértices, um centro · clique em cada vértice para ver o que integra
Mapear o que estava invisível → identificar gargalo e desperdício no que se viu → padronizar o que era noise → estabilizar a nova forma normal. Três movimentos sequenciais com um centro que os sustenta.
Os três vértices podem ser percorridos como ciclo — frequentemente é necessário voltar a mapear depois de padronizar, porque a padronização revela problemas que estavam escondidos.
O hospital organiza-se por funções, mas é atravessado por processos. O desperdício mora nas transições, não dentro das caixas. Nenhum serviço, isoladamente, pode resolver problemas que vivem entre serviços.
A pressão visível raramente coincide com o gargalo real. Onde se ouve queixar não é onde está o problema; é onde se sente o efeito do problema. Reforçar apenas o que é mais visivel resultará em não se resolver nada, mas gastando mais recursos.
Padronizar não é restringir o juízo — é protegê-lo. Padronizar o processo liberta capacidade cognitiva para o que efectivamente exige julgamento. O contrário desta intuição é o que distingue a gestão clínica com estratégica de estar apenas a improvisar.
"Aprendi que a maior parte dos problemas que parecem falta de recursos são, na verdade, problemas de desenho. E que os problemas de desenho resolvem-se a olhar, não a gastar. O difícil não é a solução — é conseguir ver."
— Dra. Sofia